quarta-feira, 13 de fevereiro de 2008

These Good People

He worries no more than he

Necessarily needs to fill his void

As big as space never ending thrill

He meets his will by choosing hate

Why choosing?

Need us to smile too?

Alright

Struggling to prevail

Foretaste

The aftermath

Which will be black

As black as waste

We'll throw in an extra dance

For just a little over 5 pence

Need us to smile too?

You'll turn our limo into a hearse

Weighing just enough to run it over your curse

Need us to smile too?

You lie, you lie, you lie

Eu descobri que eu não tenho mais muita paciência pras pessoas. Elas tem me dado muita preguiça, sabe. Eu não sei se estou disposto de verdade a mudar todo meu setting social. Esse tipo de coisa demora pra ser desenvolvida e eu não me identifico mais com nenhum dos grupos que existem.

Eles são fracos demais ideologicamente para que eu os respeite. Eu nem mesmo ouso chama-los de subculturas, por tão insuficientes que eles são pra mim.

Mas, sejamos sinceros, a gente dança por alguns centavos, não é mesmo? Eu já não suporto mais lidar com a extrema pobreza com a qual estou lidando diariamente no trabalho. É o tipo de realidade que te faz questionar tudo em sua vida. Do prato de comida ao carro que você anda. E, no final das contas, os modos burguêses tornaram-se chatos demais. Eles me ferem, em certa medida. A neurose me fere também, tamanha as suas dramatizações. Os dramas histéricos são os que mais me irritam, o que é problemático, já que eu sou um deles. E por isso sei bem como funciona.

E sim, tudo o que eu queria fazer agora é me entregar a meu espírito de avestruz. Porque, pra ser honesto, não tenho tido muita paciência pra mudar as coisas em minha vida, como eu disse inicialmente. Não que meu círculo social me satisfaça, mas é que com ele eu já me acostumei. Eu me irrito com pessoas específicas de tempos em tempos (e sei que algumas se irritam comigo também, por isso não preciso me snetir culpado), mas no geral eu me dou bem com eles.

Sabe, eu fiz bem em não me permitir apaixonar pela doidinha. Em ter segurado minha onda. Isso se deu por uma série de motivos, dentre eles:

*Eu ainda amo a Nádia, e que esse tipo de traição lhe faria muito mal, e eu sou sincero demais pra mentir... (Não que eu ache que você possa amar uma só pessoa, mas eu sei que ela não é obrigada a pensar assim...)

*Preferia fragar qual é a dela, antes de me entregar a um sentimento cego.

*Ela tava ficando (observem: FICANDO) com um amigo que gosto um bocado.

Minha aposta era a de que ela não estava apaixonada. Mas eu sabia desde o começo que ela estava. Bem, como ela era a única pessoa em quem eu estava disposto a investir, acho que ter desistido dessa história vai muito mais longe...

Eu estava pensando em fazer uma festa de aniversário, mas o que eu queria mesmo era que a Nádia estivesse aqui... e ainda agora não sei se ela vem ou não vem...

Ces perceberam que eu fiquei pró em mentir pra mim mesmo? EU SEI que ela não vai vir, mas eu prefiro acreditar que vai.

Eu não quero ter de voltar aos tempos de "Conhecer novas pessoas, sobretudo mulheres". Eu percebi, desde já, que eu não vou dar conta disso de novo. Eu quero dividir coisas profundas com uma mulher, não beijar na boca e trepar. Embora eu esteja sentido falta disso também.

E eu me sinto ridículo por esse ser o drama do momento. Tem uma fucking monografia pela frente e eu fico pensando nessas coisas? E então eu fico com preguiça de mim mesmo. Poxa, que tipo de vida é essa em que a gente se preocupa com detalhes tão simplórios enquanto tem um monte de gente morrendo de fome por aí?














Acho que eu tenho de meditar.

Um comentário:

Klamir disse...
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